Kubernetes Gerenciado no Brasil — cluster pronto, você foca no deploy
Cluster K8s com control plane gerenciado, nodes multi-node, volumes persistentes NVMe e API Kubernetes padrão. Você recebe o kubeconfig e começa a deployar — sem montar etcd, sem configurar CNI, sem perder fim de semana com certificados. Helm, ArgoCD, kubectl — tudo funciona. Preço em Real e suporte em português.
Recebe kubeconfig e deploya
Control plane gerenciado, nodes provisionados. Conecta com kubectl e trabalha.
O que vem no cluster
Infraestrutura pronta pra rodar containers em produção. A gente cuida do cluster, você cuida da aplicação.
Cluster gerenciado pela Audaks
A gente cuida do control plane, das atualizações e da saúde do cluster. Você foca no deploy das suas aplicações e no kubectl.
Multi-node com redistribuição
Se um node cair, os pods são redistribuídos pros nodes saudáveis. A arquitetura multi-node reduz o risco de indisponibilidade.
Volumes persistentes
Storage SSD NVMe pra dados que precisam sobreviver ao restart de pods. Banco de dados, filas, cache — tudo com disco persistente.
Adicione nodes sob demanda
Precisa de mais capacidade? Solicita mais nodes pelo painel ou fala com nosso time. O cluster cresce conforme o projeto pede.
RBAC e isolamento de namespace
Controle quem acessa o quê dentro do cluster. Separe ambientes (dev, staging, prod) por namespace com permissões diferentes.
API Kubernetes padrão
kubectl, Helm, Kustomize, ArgoCD — tudo funciona. A API é Kubernetes padrão, sem vendor lock-in. O que roda em qualquer K8s roda aqui.
Kubernetes gerenciado vs fazer na mão
Montar cluster K8s é trabalhoso
Quem já montou sabe: etcd, kube-apiserver, controller-manager, scheduler, kubelet, kube-proxy, CNI (Calico? Flannel? Cilium?), cert-manager, ingress controller, storage class. Depois disso, precisa manter atualizado, monitorar e resolver quando algo quebra às 3h da manhã. Se sua equipe tem expertise pra isso, ótimo. Se não tem — ou se prefere gastar esse tempo em produto — gerenciado faz mais sentido.
No gerenciado, você recebe o cluster pronto
Control plane funcionando, nodes provisionados, networking configurado, storage class definido. Você recebe um kubeconfig, conecta com kubectl e começa a aplicar seus manifests. Quer usar Helm? Funciona. ArgoCD? Funciona. GitHub Actions deployando direto no cluster? Funciona. A API é K8s padrão — sem surpresa.
Divisão clara de responsabilidade
A Audaks cuida da plataforma: nodes, control plane, networking do cluster, patches de segurança, monitoramento de infraestrutura. Você cuida da aplicação: deployments, services, ingress, configs, secrets, scaling dos seus pods. Quando o problema é de infra, a gente resolve. Quando é de aplicação, a gente pode orientar — mas a responsabilidade é sua. Essa divisão evita confusão e agiliza resolução.
Por dentro do cluster
Pra que tipo de projeto faz sentido
K8s não é bala de prata — mas pra esses cenários, é a melhor escolha.
Microserviços em produção
Cada serviço roda no seu container, escala independente e pode ser deployado sem afetar os outros. Ideal pra equipes que querem autonomia de deploy por squad.
APIs e backends stateless
APIs REST, GraphQL, workers de fila — tudo que não mantém estado em disco roda muito bem em K8s. Sobe, processa, responde. Se precisar de mais réplicas, escala horizontal.
Pipeline de deploy automatizado
Push no Git, build na CI, deploy no cluster. GitHub Actions, GitLab CI, Jenkins — conecta a ferramenta que já usa. Rollback automático se o health check falhar.
Ambientes de staging isolados
Crie namespaces separados pra cada ambiente. Dev, QA, staging, produção — tudo no mesmo cluster com isolamento de rede e RBAC diferente por time.
Quando K8s não faz sentido
Se você roda uma aplicação monolítica simples que cabe num servidor virtual, K8s pode ser complexidade desnecessária. Um servidor com Docker Compose resolve. Kubernetes brilha quando você tem múltiplos serviços, precisa de deploys independentes por time, quer rollback automático ou precisa escalar componentes individualmente. Se não sabe se precisa, fale com a gente — a gente é honesto sobre quando indicar e quando não indicar.
Kubernetes no Brasil: o que considerar antes de contratar
Kubernetes virou padrão da indústria pra rodar containers em produção. Mas rodar K8s não é como rodar Docker no notebook. Em produção, você precisa de nodes confiáveis, storage persistente, networking que funcione entre pods e services, e alguém que atualize o cluster sem derrubar suas aplicações.
Gerenciado vs self-hosted: se sua equipe tem engenheiro de plataforma dedicado, montar K8s na mão com kubeadm ou Kubespray pode fazer sentido. Se não tem — ou se prefere que esse engenheiro trabalhe em features em vez de manter cluster — gerenciado é o caminho. Você paga pra não ter que se preocupar com etcd, certificados e atualizações de control plane.
Por que no Brasil: latência importa. Se seus usuários estão no Brasil e o cluster está nos EUA, cada request adiciona 100-200ms. Com cluster nacional, a latência entre o pod e o usuário cai pra poucos milissegundos. Além disso, preço em Real sem IOF e suporte no seu fuso horário fazem diferença operacional.
Na Audaks, o cluster usa a API Kubernetes padrão. Nada de extensão proprietária que te prende ao provedor. Se amanhã quiser migrar pra outro lugar, seus manifests funcionam igual — o investimento em YAML não se perde.
Perguntas Frequentes sobre Kubernetes Gerenciado
Dúvidas técnicas e comerciais sobre o serviço. Se não encontrar o que procura, fale com nosso time.
Serviços que combinam com sua solução
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